quinta-feira, 27 de julho de 2017

Discrição - Juízo e Prudência!



Alguém disse que sou muito discreta com relação a minha vida pessoal. E sim, realmente sou. Aprendi a ser. 

Aprendi a medir palavras e atos. A me expandir ou me conter, segundo o que meu juízo e prudência me aconselhem.

Aprendi que para ser dona absoluta de meu foro íntimo, refúgio de minhas penas e albergue sublime da minha felicidade e alegria, é preciso determinar com precisão as fronteiras que separam minha vida interna da externa com discrição, pois é ela a chave que fecha com total segurança a porta das confidências, sejam elas boas ou não.

E essa porta é melhor que mantenha-se fechada, porque a minha vida íntima e privada é patrimônio único, exclusivo e sagrado meu. E somente meu!


Pense nisso... 
E partique isso!!! É bem mais saudável.