Março, o mês das resoluções!



                                                                 

Passado o carnaval - festa onde o povo aproveita para reinar absoluto e transgredir sem remorso ou punição todas as regras -, finalmente o ano começa. É quando tudo volta à rotina habitual, já que março definitivamente é o mês da arrancada para a maioria das pessoas. É o momento para reavaliar objetivos e levá-los a cabo. Porém a maioria nem sai do papel. E não é necessariamente por falta de vontade, mas sim, ausência de planejamento. Por isso não adianta apenas fazer resoluções aleatórias, sem traçar nenhum plano concreto.

Os últimos dois anos foram importantes e decisivos nesse sentido, pois as dificuldades e necessidades do dia a dia, me fizeram descobrir que um bom planejamento pode mudar de forma significativa as perspectivas de um futuro promissor. E para isso foi necessário traçar objetivos claros e hierarquiza-los de forma racional, ou seja, conhecer meus limites, recursos, e saber como e quando usá-los a meu favor.

Essas são regras básicas, mas que desde então tem me ajudado muito, pois com elas tenho conseguido explorar meus talentos, fortalecer minhas fraquezas, e consequentemente desenvolver as habilidades necessárias para minha vida atual, traçando as metas que serão benéficas para mim. E essa é a única maneira de transformar toda e qualquer meta em realidade.

Porque saber o que se quer, não adianta de nada se não fizermos o que tem que ser feito, pois nada de significante vai mudar em nossas vidas se não trabalharmos diariamente para isso.

Portanto assim que você tiver seus projetos definidos, comece imediatamente a criar o ímpeto de agir. Se possível, dê o primeiro passo de onde você está, e no momento em que decidiu faze-lo. E lembre-se: Até que você atue, tudo o que fizer não passará de imaginação. Mesmo que seja um pequeno passo. O importante é ir em frente, aproximar-se um pouco mais dos seus objetivos todo santo dia, pois somente a ação diária, constante e consistente é a única maneira de fazer acontecer. O resto é conversa. 

Talvez por isso nosso cérebro não se encante diante de alguns projetos, e a maioria não consiga sequer vencer a luta contra a balança. Porque convenhamos, é bem mais atrativo formular planos mirabolantes e sem futuro, do que enfrentar a realidade e se dispor a fazer o trabalho duro, diário, cotidiano e repetitivo. 

Mas vale a pena. Quando olho para trás, e reviso o que já consegui de concreto, me dou conta que essa é a maior recompensa pelo meu empenho e coragem.